Tendências de mercado para 2022 – Negócios recorrentes

O comércio eletrónico deu um pulo de gigante com a pandemia. O encerramento das lojas físicas obrigou as empresas a criarem lojas online, ou a reforçarem as que tinham e deu motivo e oportunidade a quem nunca tinha comprado online para o fazer, vencendo barreiras que, até então, eram ultrapassadas muito lentamente.

Os dados da SIBS confirmam esta tendência em Portugal. Luís Gonçalves, diretor de segmentação e gestão de mercados da empresa que gere a rede multibanco e que criou o MB Way, sublinha que o comércio digital representa agora, aproximadamente, 15% do total de compras pagas com meios eletrónicos em Portugal. Antes da pandemia representava 9%. Destaque para o MB Way, tanto nos pagamentos com número de telemóvel, como na criação de cartões virtuais MB NET, que nos últimos meses cresceu duas a quatro vezes mais do que crescia antes da Covid-19.

A expectativa para o futuro é de que o “crescimento da compra online se irá manter nos próximos anos, sem pôr em causa a manutenção e a importância das lojas físicas, que continuaram e continuam a ser um espaço de eleição para muitos consumidores”, como destaca António Fuzeta da Ponte, diretor de marca e comunicação da Worten.

Como reconhece António da Ponte, o facto é que a pandemia teve “impacto na forma como vivemos, mais especificamente na forma como vivemos a nossa casa, quer pelo alargar do teletrabalho, quer pelo aumento do tempo que passamos em casa, em família e todas estas alterações tiveram impactos na forma como compramos e nas nossas necessidades. Assim, notamos que os produtos que potenciam o conforto nas nossas casas e os equipamentos que nos permitem conectar ao mundo tiveram um incremento significativo de procura, no contexto atual”.

Confira aqui os melhores produtos para vender online em 2022 assim como Tendências do Comércio Eletrónico para 2022.

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